quinta-feira, 29 de abril de 2021

Pão caseiro: receita fácil, econômica e deliciosa.


 Não há nada melhor do que pão quentinho e feito em casa! Essa receita é ideal para quem quer aprender a fazer pães fofinhos, sem equipamentos especiais e sem gastar muito. Confira abaixo todos os ingredientes que você irá precisar:

 

Ingredientes

500 militros (ml) de água

1000 gramas de farinha de trigo

1 unidade de ovo

20 gramas de fermento biológico fresco

2 colheres de sopa de manteiga

2 colheres de sopa de açúcar

1 colher de sopa de sal

 

Modo de preparo

1-Dissolva o fermento no açúcar, acrescente metade da água morna, mexa bem e incorpore o sal, a manteiga e o ovo.

2.Despeje a farinha peneirada e o restante da água aos poucos, regulando para a massa chegar ao ponto de desgrudar das mãos.

3.Coloque toda a água somente se necessário.

4.Esta massa fica meio mole.

5.Trabalhe bem a massa por aproximadamente 20 minutos.

6.Coloque para descansar em local protegido da luz e do vento até dobrar de volume.

7.Fure a massa para abaixar e modele os pães.

8. Acomode-os em uma assadeira untada e deixe dobrar de volume em local protegido da luz e do vento.

9.Asse em forno pré aquecido a 180 graus até dourar.


Esse pão com uma chimia em ??


 

Preparação:  01 H 15 M      Tempo total:  01 H 45 M    Porções:  15 Porções



Fabiana Thomaz - Anita de Alvorada 2021

 

quinta-feira, 22 de abril de 2021

VAMOS ESTUDAR ? Categoria Juvenil – Parte 2

 


" Querer não é poder, mas estudar é fazer acontecer!"

Com a leitura e estudo a nossa mente cria vida, não só serve como cérebro, e é através disso que voamos mesmo sem ter asas, podendo tornar qualquer coisa possível!

Dentro das nossas entidades fazíamos isso constante, mas então a pandemia chegou adiando alguns sonhos - como as cirandas e entreveros-, e nos desafiando a continuar fortes, mas isso não significa que vamos parar com tudo, vamos continuar na peleia de uma forma diferente agora até tudo voltar ao normal.

Tu aí, não fica parado, prenda de faixa, peão de crachá ou amantes da sabedoria e curiosidade, não fique aí parado!

Vamos estudar?

 

Categoria Juvenil – Parte 2

HISTÓRIA

 

6-Quais foram as causas da Revolução Farroupilha?

A (   ) a escravidão e os impostos

B (   ) os altos impostos cobrados pelo charque e sobre a terra.

C (   ) posse das terras rio-grandenses

D (   ) retirar os índios das suas terras

 

7-Quais foram os primeiros imigrantes que povoaram o Rio Grande do Sul?

A (   ) Portugueses

B (   ) Índios

C (   ) Italianos

D (   ) Farroupilhas

 

8-Qual o nome que se da ao local onde o gado é abatido para fabricar o charque?

A (   ) Província

B (   ) Querência

C (  ) Charqueada

D (   ) Galpão

 

9-Como ficou conhecido Duque de Caxias?

A (   ) O Traidor

B (   ) O Pacificador

C (   ) O Farroupilha

D (   ) O Guerreiro

 

10-Em qual cidade foi assinado o Tratado de Ponche Verde que deu fim a Revolução Farroupilha?

A (   ) Porto Alegre

B (   ) Alegrete

C (   ) Dom Pedrito

D (   ) Caçapava

 

OBS: Respostas na Próxima edição!!

GABARITO - Vamos Estudar Parte 1

 


CATEGORIA JUVENIL – PARTE 1

GEOGRAFIA


1-Como chama-se o clima do Rio Grande do Sul?

A.(  ) tropical

B.(X  ) subtropical

C.(  ) temperado

D.(  ) extratropical

 

2-Como chamamos onde corre o rio?

A.(  ) Foz

B.( X ) Leito

C.(  ) Nascente

D.(  ) Afluente

 

3-Qual a capital do Rio Grande do Sul?

A.(  ) Cachoerinha

B.( X ) Porto Alegre

C.(  ) Viamão

D.(  ) Taquara

 

4-Como chamamos o vento frio com chuvisqueiro vindo da  Argentina ?

A.( X ) Pampeano

B.(  ) Carpinteiro

C.(  ) Minuano

D.(  ) Norte

 

5-Qual dessas cidades faz limite com a Viamão?

A.(  ) Porto Alegre

B.(  ) Canoas

C.( X ) Alvorada

D.(  ) Guaíba


Cultura do Chimarrão.

 


O chimarrão é legado da cultura indígena que se mantém presente no costume dos gaúchos, constitui-se de uma das tradições mais representativas deste povo, é também conhecido como Mate Amargo, mas não tem nada de amargo em seu significado, que é sinônimo da hospitalidade e da amizade do gaúcho.

Os primeiros povos de que se tem conhecimento de terem feito uso da erva mate, são os índios guaranis que habitavam a região sul do país, o consumo da erva era comum entre os moradores.

Um pouco da história:

Os indígenas tomavam a bebida em pequenos porongos com auxílio do (Tacuapi) bomba feita pelos índios com taquara, cuja base havia um trançado de fibras que impedia que as partículas das folhas passassem. Com o passar do tempo, o hábito de tomar chimarrão foi passado dos índios para os colonizadores, e foram criados utensílios para aprimorar essa prática.

Com o aumento do consumo, aumentou também a produção da erva-mate, seu crescimento foi tanto que chegou a ser a mais importante atividade econômica brasileira da metade do século XVI até 1632.

O chimarrão chegou a ser proibido no sul do Brasil durante o século XVI, sendo considerado “erva do diabo”, pelos padres jesuítas das reduções do Guairá. A partir do século XVII, no entanto, eles mudaram de ideia com relação a bebida e passaram a incentivar seu uso com o objetivo de afastar a população local do consumo de bebidas alcoólicas.

Constituição do Chimarrão:

É composto por cuia, bomba, erva mate e água quente, que não pode estar fervendo, para não queimar a boca e não tirar as propriedades medicinais da bebida.

A erva mate é o segredo do chimarrão, ela define o sabor da bebida, que em geral tem um típico amargor, podendo conter misturas de chás (essa mistura é conhecida como mate jujado). Essa erva é originaria das folhas e caules finos da árvore ILEX PARAGUARIENSIS, e para estar pronta para uso, passa por vários estágios de secagem, torragem e trituração.

Propriedades do chimarrão:

Rico em vitamina B1, B2 e C, bem como sais de cálcio, ferro, sódio e magnésio, é considerado por estudiosos como estimulante geral, além de diminuir a fome, auxiliar na digestão, combater a fraqueza e curar ressaca.

O folclorista Luiz Carlos Barbosa Lessa afirma em “História do chimarrão), que o chimarrão desperta funções de inteligência, diminui a sensação de sede e a fadiga, tonifica o coração, diminui a produção de ureia, ajuda na função renal e ainda combate o cansaço intelectual.

 

O dia do chimarrão é comemorado no dia 24 de abril.

No dia 20 de junho de 2003, o Chimarrão se tornou bebida símbolo do Rio Grande do Sul, sob Lei 11.929.

E a cidade de Venâncio Aires, é a capital nacional do Chimarrão.

 

 

Não importa se está sozinho ou numa roda, se está perto ou longe de casa, o chimarrão é sempre companheiro dos gaúchos!!!

 

24 de abril dia do chimarrão.

 

 

Pesquisa de:

 Sandra Ferreira/  1 chinoca do CTG Sentinelas do Pago.               

 

 

Aniversário 35 CTG - 73 Anos de História !

 


O pioneiro está em festa!

A primeira Entidade Tradicionalista oficializada e dedicada apenas à nossa tradição gaúcha, o 35 Centro de Tradições Gaúchas está comemorando seus 73 anos!

São 73 anos de pura história , exemplo de dedicação e trabalho árduo , tentando sempre lembrar ao Rio Grande do Sul nossas origens, desde o grupo dos oito, a fundação do 35 CTG, são grandes batalhas para manter tudo em pé, honrando a tradição!



Mesmo na situação que nos encontramos ,  isso deve ser lembrado e comemorado , festejado!

E tudo o que podemos fazer é demostrar a nossa imensa gratidão por tudo que nos ensinou, e mostrou, sendo a faísca de chama acessa nos corações daqueles jovens que foram capazes de dar voz a algo que já estava adormecido a um tempo...

Foi a esperança, a base para como temos o tradicionalismo agora, e  cada vez mais se  expande .

Por isso tudo e muito mais, muito obrigada!

 

FELIZ ANIVERSÁRIO 35 CTG !!




Texto de: 

Antonia Valim 

CULINÁRIA- RAVIOLI AO MOLHO DE TOMATE E ERVILHA!

 



INGREDIENTES

400 g de ravioli

340 g de molho de tomate refogado

250 g de ervilha

1 colher (sopa) de margarina

2 colheres (sopa) de maionese

1 cebola picada

1/2 copo de leite

Sal e pimenta a gosto

 


MODO DE PREPARO

Cozinhe o ravioli conforme instruções da embalagem.

Em uma panela, derreta a margarina, acrescente o molho de tomate, o leite, a ervilha e a cebola picada.

Misture a maionese aos poucos e mexa.

Acerte o sal e a pimenta.

Quando começar a levantar fervura, desligue o fogo .

Ponha o molho sobre a Ravióli e espalhe.

E então coloque queijo ralado e folhas de manjericão para decorar!

 

Gostou da idéia?

Esta receita leva em média 40 minutos para o seu preparo, rendendo mais ou menos 4 porções!


Boa refeição!



Pesquisa de: 

Antonia Valim 

Influência indígena na cultura gaúcha.

 



Dentre as muitas histórias que formam o Rio Grande do Sul, está a indígena. As suas heranças estão no nosso cotidiano e existem comunidades presentes em todo estado.

É das interações entre os povos indígenas e as demais etnias, que foram construídas várias características regionais do RS.

Os primeiros habitantes da região onde hoje pertence ao Estado do Rio Grande do Sul, eram caçadores e nômades, em razão da constante busca de alimentos, principalmente oriundos da caça, fazendo uso de toscos instrumentos feitos de pedra lascada. Não eram numerosos mas tinham o domínio de todo o território, até que um grupo de guarani, originários do tronco Tupi, que desceram pelos grandes rios, desde a Amazônia, essa migração pode ter sido fuga dos grandes períodos de seca ou a procura de uma terra sem males.

Quando os primeiros europeus chegaram, eles encontraram tribos como charruas e minuanos que ocupavam o pampa e as tribos jês, que habitavam a região do planalto, assim a ocupação do estado se deu primeiro pelos campos, depois seguiu para as florestas e planalto, e por último, a região do litoral.


Foram os índios guaranis que introduziram a horticultura no RS, eles legaram o milho, os feijões, a mandioca, a abobora, a pimenta, o algodão, a batata doce, o amendoim, a moranga, o chimarrão e o fumo. Além dos alimentos sincréticos como broa de polvilho, bolo de fubá, pe de moleque, canjica, polenta, feijoada, demonstram uma interação dos alimentos de origem indígena com as culturas europeias e africanas. Eles usavam arco e flecha, a lança, o tacape e machados de pedra, polidos. Eles acreditavam que um banho frio pela manhã prolongava a vida. Praticavam a antropofagia com os inimigos e enterravam os seus mortos em igaçabas (potes de cerâmica). Acreditavam no curupira, no caipora e na Iara. A cultura gaúcha herdou dos guaranis a lenda do boitatá, o pala, a
 erva mate e a cultura do fumo, que eles utilizavam em rituais religiosos.

A nossa mais popular bebida, que é o mate ou chimarrão, é cultura dos índios guaranis. Também se faz presente nos gaúchos hoje. O chiripa, jacui, faixa na cabeça, Ibicuí, Porongo, bota garra de potro, ibirapuitã, paçoca de pinhão, pilão, anguera, laço de couro, rancho de pau a pique barreado, grito do sapucai, fogo de chão, jaguar,guri, boleadeiras, pampa, pala, palheiro, churrasco, e outros, tudo isso é gaúcho, legado indígena.

A contribuição dos povos indígenas na cultura e identidade do gaúcho é, em grande parte, fruto de uma produção intelectual de seleção de elementos escolhidos meticulosamente durante um longo processo de construção da história sul-rio-grandense. Nesse processo, muitos elementos da cultura desses povos foram, de forma voluntária ou não, esquecidos ou deixados de lado na contribuição identitária do gauchismo.

Existem hoje cerca de 34 mil indígenas organizados em mais de uma centena de comunidades no RS. A interação com a população urbana se dá, principalmente, por meio do artesanato, que lhes permite o acesso à renda. O modo de vida indígena está ligada á própria sobrevivência sustentável, preservando o meio ambiente para as próximas gerações.

Em 2007, a declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povos Indígenas estabeleceu diretrizes no plano internacional, como o direito de autonomia e de autodeterminação. Um grande passo para essas sociedades e a sua forma própria de fazer política, economia e cultura.

 

Hay os que se perdem por perder raízes que não acham mais

Hay os que se encontram por voltar as fontes dos seus ancestrais

E as encruzilhadas parecem caminhos a se afastar

Quando na verdade são pontos de encontro pra quem quer voltar.

(Cenair Maicá)

 


Pesquisa de:

 Sandra Ferreira/ 1 chinoca do CTG Sentinelas do Pago.

 

56 anos do Município de Alvorada

Minha Alvorada cidade e sorriso És  um paraíso pra quem mora aqui Só quem não conhece a minha terra amada Tem a língua afiada pra fala...