quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Entrevista com Keli Reinert Mainard

 


Jornal Farroupilha:  Keli onde você e sua família residem?

Keli Reinert Mainard: Sou casada e tenho dois filhos, moramos na cidade de Sorriso Mato Grosso.

Jornal Farroupilha: Você é natural de onde?

Keli Reinert Mainard:  Sou natural de Medianeira- Paraná, e antes de vir para o MT morei em Alvorada RS. 

Jornal Farroupilha:  Você fez parte de alguma Entidade Tradicionalista antes de ir embora para o MT?

Keli Reinert Mainard:   Em Alvorada, participei um tempo no Ctg Raça Gaúcha, fiz curso de fandango e comecei a aprender e gostar da tradição gaúcha.

Jornal Farroupilha:  E agora no MT, você frequenta uma entidade?

Keli Reinert Mainard:   : Sim, frequentamos o Ctg Recordando os Pagos, fundado em 1982, e pertence a 3º Região Tradicionalista MTG-MT. Fomos convidados por nossos compadres, já faz 4  anos e a família toda está feliz e realizada por fazer parte desta família .

Jornal Farroupilha:  Referente ao Prendado , você e sua família pretendem participar do concurso interno?

Keli Reinert Mainard:   : Iamos concorrer este ano, mas foi adiado por conta da pandemia, mas no próximo ano iremos sim participar.

Eu irei concorrer a Prenda Veterana e minha filha a Prenda Mirim, meus dois filhos já fazem parte da Invernada Mirim.

Jornal Farroupilha:  Como teu Ctg Recordando os Pagos, trabalha pela comunidade?

Keli Reinert Mainard:    O Ctg está sempre envolvido em trabalhos sociais, campanhas e ações  diretas para ajudar ao próximo, palestras e eventos internos.

 Jornal Farroupilha:  E durante esse ano de pandemia, o que foi feito pelos Ctgs para não parar totalmente as atividades?

Keli Reinert Mainard:  Tenho observado o quão difícil manter a estrutura física e humana, e este ano em especial, mas não podemos parar, então o Ctg através da sua patronagem e prendados continuaram marcando presença e reinventando por meio de Lives e atividades on-line, como palestras e reuniões, também para custear as despesas, vendemos almoço ou jantar no sistema Drive-tchê (expressão usada para substituir Drive-thru) .

Jornal Farroupilha:  Pode nos dizer como tu se sente como tradicionalista?

Keli Reinert Mainard:   Tenho pouca experiência vivida, mas com a alma e o coração transbordando de alegria, de estar participando , ensinando e aprendendo essa cultura maravilhosa. 


Entrevista feita por: 

Sandra de Matos Ferreira 

1º Chinoca Ctg Sentinelas do Pago

Ronda Crioula Ctg Amaranto Pereira

 



No dia 15/09/2020 realizamos a nossa Ronda Crioula Virtual com todas as restrições necessárias, inclusive neste ano  por prevenção e para evitar aglomerações optamos em não receber a centelha da Chama Crioula. Em função dos protocolos estipulados pelas autoridades sanitárias, infelizmente não pudemos realizar a nossa ronda presencial como gostaríamos, com a presença do nosso pessoal do CTG e também dos nossos amigos como fizemos no ano passado, isso nos entristeceu muito, mas  para não passar em branco fizemos desta maneira preservando a nossa saúde e de nossos familiares. Nossa Mostra sobre o Tema Gaúchos sem Fronteira foi sobre o seu Enio Figueiredo de Souza um gaúcho de São Luiz Gonzaga que mora com sua família em Goiânia no estado de Goiás e participa do Ctg Saudade dos Pampas e sobre a mostra de culinária apresentamos um "Arroz de Carreteiro" tradicionalmente preparado com Charque , Arroz, Banha, Cebola e Alho e decorado a gosto no final com Salsinha. Agradecemos o nosso Subcoordenador Jair Martins e a Subdiretora Cultural a senhora Marta Guedes pela presença ontem em nosso CTG. Tenho a certeza que no ano que vem vamos realizar uma semana macanuda e vamos comemorar em dobro.







Texto: Adair Rocha 
Patrão Ctg Amaranto Pereira



55 anos de Alvorada


Minha Alvorada cidade e sorriso

És  um paraíso pra quem mora aqui

Só quem não conhece a minha terra amada

Tem a língua afiada pra falar de ti

Eu sou teu filho e te amo demais

Ès minha mãe esta terra abençoada

Só quem não conhece e não sabe o que diz

Quer ver povo infeliz

Falando de mal de ti minha terra

Cidade bendita, oh terra de paz

Onde a gente faz você virar gigante

Vai nossa homenagem querida Alvorada...

 

Nossa amada cidade de Alvorada conhecida por um povo solidário que divide muitas vezes seu pouco, com o próximo, povo trabalhador, que não esquece sua  origem , com garra, povo caloroso  e que luta diariamente com dificuldades sonhando com o melhor;

Alvorada  está completando seus 55 anos e mesmo que virtualmente para a saúde e cuidado com a população o Jornal Farroupilha vem contar um pouco de sua história!


História de Alvorada:

A cidade de Alvorada nasceu como Distrito de Viamão, com a denominação Passo do Feijó, através da lei nº216, de 22 de setembro de 1952. Aprovada pela Câmara, a Lei foi promulgada e sancionada pelo então prefeito de Viamão, Tenente Coronel Ponçalino Cardoso da Silva. Em 17 de setembro de 1965, a Lei Estadual nº5026, garantiu a emancipação política do Passo do Feijó, que passou a chamar-se Alvorada.

O nome sugerido por um integrante da Comissão Pró-Emancipação, teve inspiração em dois fatores: a alvorada do povo, que acorda às primeiras horas da manhã e parte para o trabalho, e o Palácio da Alvorada, o grande destaque na então nova capital do País, Brasília, inaugurada em 1960.

Alguns dados :

Nossa cidade tem uma população estimada de 211.352 pessoas.

Sua área territorial é de  71, 648 km

Possui  27 escolas municipais,17 estaduais, 1 hospital e 15 Unidades de Saúde .

Prefeitos que fizeram parte da história de Alvorada:

 

Antônio Antônio Alves - de 12/05/1966 a 31/01/1969

Pedro Antônio de Godoy - de 31/01/1969 a 31/01/1973

Elisardo Duarte Netto - de 31/01/1973 a 31/01/1977

Marne Machado Feijó - de 31/01/1977 a 31/01/1983

Léo Barcellos - de 31/01/1983 a 31/12/1988

Pedro Antônio de Godoy - de 01/01/1989 a 01/01/1993

José Arno Appolo do Amaral - de 01/01/1993 a 31/12/1996

Stela Beatriz Farias Lopes - de 01/01/1997 a 31/12/2000

Stela Beatriz Farias Lopes - de 01/01/2001 a 31/12/2004

João Carlos Brum - de 01/01/2005 a 31/12/2008

João Carlos Brum - de 01/01/2009 a 31/12/2012

Sergio Bertoldi  - de 01/01/2013 a 31/12/2016

José Arno Apollo do Amaral – 01/01/2017 Gestão atual


Para finalizar trazemos de autoria de :  Estelamaris Oliveira Cezar

Hino de Alvorada

Alvorada, terra amada

Valorosa e altaneira

És gloriosa e valente

Com orgulho és Brasileira.

 

Este povo que trabalha

Seu suor te faz crescer

Força, garra e coragem

O amor faz renascer.

 

Refrão: Alvorada, Alvorada

Sempre um novo amanhecer

És orgulho desta gente

Que te exalta e faz crescer.

Alvorada, brilha forte

Como o sol que vai nascer

Oh cidade abençoada!

És lição de bem viver.

 

Esta gente hospitaleira

Abre os braços com amor

Faz daquele a quem acolhe

Uma jóia de valor.

 

Alvorada sempre unida

Sem ter medo de avançar

Faz da solidariedade

Sua luz sempre a brilhar.

 

Este sol que nos aquece

Clareando em nossa história

Horizonte de esperança

Conduzindo para a glória.

 

 Parabéns Alvorada!



Pesquisa de:
 Antonia Valim  / Prenda Mirim Farroupilha de Alvorada

Fonte: Site Prefeitura de Alvorada


 

CASA DE M'BORORÉ (Missões)

 



No tempo dos Sete Povos das Missões, havia um índio velho muito fiel aos padres jesuítas, chamado MBororé. Com a chegada dos invasores portugueses e espanhóis, os padres precisaram fugir levando em carretas os tesouros e bens que pudessem carregar. Assim, amontoaram o muito que não podiam levar consigo – ouro, prata, alfaias, jóias, tudo!- e construíram ao redor uma casa branca, sem porta e sem janela. Para evitar a descoberta da casa pelo inimigo e o conseqüente saqueio, deixaram o velho índio fiel MBororé cuidando, com ordens severas de só entregar o tesouro quando os jesuítas voltassem às Missões.

Mas os jesuítas nunca mais voltaram. Com o passar dos anos, o velho índio morreu e o tempo foi marcando tudo, deixando as ruínas de pé como as cicatrizes de um sonho que acabou. Acabou? Não. A Casa de MBororé continua lá num mato das Missões, imaculadamente branca, cuidada pela alma do índio fiel que ainda espera a volta dos jesuítas.

Às vezes, algum mateiro –lenhador ou caçador- dá com ela, de repente, num campestre qualquer. Imediatamente dá-se conta de que é a Casa de MBororé, cheia de tesouros. Resolve então marcar bem o local para voltar com ferramentas e abrir a força a casa que não tem porta nem janela. Guarda bem o lugar na memória pelas árvores tais e tais, pela direção do sol e coisas assim. Sai, volta com ferramentas, só que nunca mais acha de novo a Casa Branca de MBororé, sem porta e sem janela.


Pesquisa :  Antonia Valim

Prenda Mirim Farroupilha de Alvorada



A Capela de Santo Onofre

 


Por volta de 1951 um médico de Porto Alegre chamado Dr. Odonne, comprou uma chácara na estrada que ia para Gravataí, que hoje fica no Distrito Industrial de Alvorada, ao lado da RS 118. Nesse local do terreno ele construiu uma igreja que levou o nome de Santo Onofre. 

É capela mais antiga de Alvorada e teria sido construída como pagamento de uma promessa alcançada pelo Dr. Odonne. 

Segundo moradores, ocorriam grandes festas no salão que fica ao lado da capela e algumas pessoas procuravam dinheiro enterrado no terreno, pois achavam que o médico era rico e escondia dinheiro enterrado, e outras levavam velas para Santo Onofre pedindo para parar de beber. Também, na área da Capela teve aulas para os primeiros anos de uma escola municipal. 

Atualmente a Capela de Santo Onofre está localizada em um terreno particular, sem qualquer manutenção, e sem o devido reconhecimento por parte do poder público. Esse patrimônio histórico de Alvorada precisa ser valorizado como parte da história do município. 

Ao fazer a pesquisa aprendi um pouco mais sobre um pedacinho da cidade que me acolheu desde bebê.

- Pesquisa de campo de Por volta de 1951 um médico de Porto Alegre chamado Dr. Odonne, comprou uma chácara na estrada que ia para Gravataí, que hoje fica no Distrito Industrial de Alvorada, ao lado da RS 118. Nesse local do terreno ele construiu uma igreja que levou o nome de Santo Onofre. 

É capela mais antiga de Alvorada e teria sido construída como pagamento de uma promessa alcançada pelo Dr. Odonne. 

Segundo moradores, ocorriam grandes festas no salão que fica ao lado da capela e algumas pessoas procuravam dinheiro enterrado no terreno, pois achavam que o médico era rico e escondia dinheiro enterrado, e outras levavam velas para Santo Onofre pedindo para parar de beber. Também, na área da Capela teve aulas para os primeiros anos de uma escola municipal. 

Atualmente a Capela de Santo Onofre está localizada em um terreno particular, sem qualquer manutenção, e sem o devido reconhecimento por parte do poder público. Esse patrimônio histórico de Alvorada precisa ser valorizado como parte da história do município. 

Ao fazer a pesquisa aprendi um pouco mais sobre um pedacinho da cidade que me acolheu desde bebê.

- Pesquisa de campo de Virgínia Pivetta da Mota 1a. Prenda Mirim do CTG Amaranto Pereira (2019), para o concurso Regional do mesmo ano, onde conquistou a faixa de 2a. Prenda Mirim da 1a. RT, resgatando a história da Capela de Santo Onofre, localizada na cidade de Alvorada, Rio Grande do Sul. Para fazer a pesquisa Virgínia contou com o apoio da Diretora do Departamento Cultural, do CTG Amaranto Pereira, Gabrielli Pio, que foi 1ª Prenda do RS,  as pessoas que moram na mesma área da capela: Sra. Michele e seu esposo e Dona Almerinda, e o Sr. Vanderlei, da Secretaria de Cultura de Alvorada. 1a. Prenda Mirim do CTG Amaranto Pereira (2019), para o concurso Regional do mesmo ano, onde conquistou a faixa de 2a. Prenda Mirim da 1a. RT, resgatando a história da Capela de Santo Onofre, localizada na cidade de Alvorada, Rio Grande do Sul. Para fazer a pesquisa Virgínia contou com o apoio da Diretora do Departamento Cultural, do CTG Amaranto Pereira, Gabrielli Pio, que foi 1ª Prenda do RS,  as pessoas que moram na mesma área da capela: Sra. Michele e seu esposo e Dona Almerinda, e o Sr. Vanderlei, da Secretaria de Cultura de Alvorada.


Pesquisa : Por volta de 1951 um médico de Porto Alegre chamado Dr. Odonne, comprou uma chácara na estrada que ia para Gravataí, que hoje fica no Distrito Industrial de Alvorada, ao lado da RS 118. Nesse local do terreno ele construiu uma igreja que levou o nome de Santo Onofre. 

É capela mais antiga de Alvorada e teria sido construída como pagamento de uma promessa alcançada pelo Dr. Odonne. 

Segundo moradores, ocorriam grandes festas no salão que fica ao lado da capela e algumas pessoas procuravam dinheiro enterrado no terreno, pois achavam que o médico era rico e escondia dinheiro enterrado, e outras levavam velas para Santo Onofre pedindo para parar de beber. Também, na área da Capela teve aulas para os primeiros anos de uma escola municipal. 

Atualmente a Capela de Santo Onofre está localizada em um terreno particular, sem qualquer manutenção, e sem o devido reconhecimento por parte do poder público. Esse patrimônio histórico de Alvorada precisa ser valorizado como parte da história do município. 

Ao fazer a pesquisa aprendi um pouco mais sobre um pedacinho da cidade que me acolheu desde bebê.

- Pesquisa de campo de Virgínia Pivetta da Mota 1a. Prenda Mirim do CTG Amaranto Pereira (2019), para o concurso Regional do mesmo ano, onde conquistou a faixa de 2a. Prenda Mirim da 1a. RT, resgatando a história da Capela de Santo Onofre, localizada na cidade de Alvorada, Rio Grande do Sul. Para fazer a pesquisa Virgínia contou com o apoio da Diretora do Departamento Cultural, do CTG Amaranto Pereira, Gabrielli Pio, que foi 1ª Prenda do RS,  as pessoas que moram na mesma área da capela: Sra. Michele e seu esposo e Dona Almerinda, e o Sr. Vanderlei, da Secretaria de Cultura de Alvorada.


Pesquisa: Virgínia Pivetta da Mota 

1a. Prenda Mirim do CTG Amaranto 

2º Prenda Mirim da 1ºRT 




quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Entrevista com Diretora Cultural de Alvorada

 

Nome: Marta Guedes Beiyer



Jornal Farroupilha:   Muitos a conhecem pela sua trajetória tradicionalista na cidade de Alvorada, fale quem é a Marta da cidade de Itaqui e como conheceu o movimento??

Marta Guedes Beiyer:  Sou filha de Ara Marlene e Doraci ,natural de Itaqui lá dancei na invernada mirim do  Ctg Cristóvão Pereira de Abreu onde conheci meu esposo e me casei .cresci vendo as coisas simples do rio grande .

Jornal Farroupilha:  Em que ano se tornou moradora de Alvorada e como foi sua adaptação no movimento?

Marta Guedes Beiyer:  No ano de 2005 e foi muito boa os tradicionalista de alvorada são muito recíprocos aqui as porteiras não tem tramela . Foi e está sendo muito gratificante fiz muitos amigos.

Jornal Farroupilha: Hoje és Diretora Cultural de Alvorada , quais funções já trabalhou pelo movimento ?

Marta Guedes Beiyer:  Fui diretora cultural em 2012 a 2014  .Em 2015 a 2016 fui subcoordenadora do município um grande desafio e 2019 a 2020 diretora cultural  .

Jornal Farroupilha: Quais trabalhos vem realizando juntamente aos Ctgs em época de pandemia?

Marta Guedes Beiyer:  O trabalho não parou nossas entidades vem driblando toda essa situação  fizemos grupo de estudos mostras folclóricas , ora do conto e também projetos sociais .

Jornal Farroupilha:  Como surgiu a ideia do grupo de Estudos no Whatsapp? E como ele funciona?

Marta Guedes Beiyer: O grupo de estudos surgiu em uma conversa com o subcoordenador devido a atual pandemia,  tínhamos a preocupação  com as nossas crianças dos nossos ctgs , pois ficariam afastados das atividades,  então montamos o grupo de estudos.

O grupo funciona assim, é  passado a nossa história temos ajuda da 1º chinoca  do Ctg Sentinelas do pago, ali fizemos perguntas e as vezes algumas tarefas relâmpagos . E deu muito Certo este Grupo.


Entrevistada por:

Fabiana Thomaz


Conheça a música e o clipe “Gaúchos sem Fronteiras”, tema dos Festejos Farroupilhas de 2020 no RS



Composição tem letra de Érlon Péricles e interpretação do próprio Érlon, juntamente com Cristiano Quevedo.





 

Entrevista com Keli Reinert Mainard

  Jornal Farroupilha:   Keli onde você e sua família residem? Keli Reinert Mainard: Sou casada e tenho dois filhos, moramos na cidade de ...