quinta-feira, 1 de julho de 2021

Manoelito Savaris é eleito presidente do MTG



No dia 26 de Junho aconteceu  as eleições do Movimento Tradicionalista Gaúcho, este ano devido a pandemia aconteceu de forma regionalizada. No CTG Estância da Azenha em Porto Alegre foram votar os eleitores que pertencem a 1º Região Tradicionalista.

CANDIDATOS

Três chapas participavam da disputa: 


Chapa 1 - Juntos Somos Mais MTG, liderada por Fabiano Vencato, da 12ª Região Tradicionalista,

Chapa 2 - Pelos Laços da Tradição, cujo candidato à presidente é Manoelito Savaris, da 25ª RT,

 Chapa 3 - Um Novo Sentido para o Tradicionalismo, com Silvania Affonso, da 21ª RT.

 

Manoelito Savaris é eleito presidente do MTG

A chapa “Pelos Laços da Tradição”, liderada por Manoelito Savaris (25ª Região Tradicionalista), foi eleita neste sábado (26/6), com 626 votos, para compor o novo Conselho Diretor do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Em segundo lugar ficou a chapa “Um Novo Sentido para o Tradicionalismo”, representada por Silvania Affonso (21ª RT), com 367 votos; e em terceiro lugar, a chapa “Juntos Somos Mais MTG”, liderada por Fabiano Vencato (12ª RT), com 272 votos. Foram contabilizados ainda um voto em branco e quatro votos nulos. No total foram 1270 votos.

O resultado da eleição foi transmitido ao vivo através das redes sociais do MTG. Este ano, devido à pandemia, o pleito ocorreu nas 30 regiões tradicionalistas. Nos processos eleitorais anteriores, a votação era feita durante o Congresso Tradicionalista realizado anualmente em uma cidade gaúcha.

Após o anúncio da chapa vencedora, uma reunião entre os conselheiros elegeu para presidente do MTG o tradicionalista Manoelito Savaris. Ele comandará a entidade até a próxima eleição, no início de 2022. Natural de Casca (RS), Savaris tem 65 anos, é oficial da Brigada Militar e bacharel em História. É casado com Odila Paese Savaris, pai de três filhos e avô. Foi patrão do CTG Heróis Farroupilhas e do CTG Campo dos Bugres, ambos de Caxias do Sul.

Coordenou a 25ª RT em 1996 e 1997; foi vice-presidente de Administração do MTG, em 1999 e 2000; e presidente do MTG nos anos de 2001, 2002, 2003, 2005, 2006, 2014 e 2015. Ele também foi presidente do já extinto Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), de 2007 a 2010; e presidente da Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha (CBTG), em 2012 e 2013. Manoelito Savaris é autor de vários livros, entre eles “Rio Grande do Sul: história e Identidade” e “Manual de Tradicionalismo Gaúcho”, ambos publicados pelo MTG.


VOTOS :

CHAPA 2 - 626

CHAPA 3 – 367

CHAPA 1  - 272

 

 

Fonte:  https://www.facebook.com/MTGRIOGRANDEDOSUL

 


Fabiana Thomaz

Anita de Alvorada 2021




 

LENDA DE ANGOÉRA

 


Nos sete povos das Missões, no Pirapó, ainda nos tempos dos padres jesuítas, vivia um índio muito triste, que se escondia de tudo e de todos pelos matos e peraus, fugia da igreja como o diabo da cruz. Era um verdadeiro fantasma e por isso era chamado Angoéra (fantasma, em guarani).

Conta a lenda, que um dia os padres perderam a paciência, e o Angoéra foi batizado, convertendo-se a fé cristã. Foi padrinho M’bororé, que era cacique e já amigo dos padres.

Recebeu o nome de Generoso, e tornou-se alegre e bom, e adorava festas e alegrias.

Ajudou a colocar pedras no alicerce de todas as igrejas dos Sete Povos, trabalhou por muito tempo nisso, sempre risonho e encantador.

Um  certo dia, chamou o padre-cura, confessou-se e foi unjido de óleo santo e morreu.

Generoso morreu contente, pois a cara do seu cadáver guardou ar de riso; e foi muito chorado, porque tinha a estima de todos, por ser mui prazenteiro e brincador.


ouvido, ouvia, e por ordem do Generoso repetia esta copla, que ficou conhecida como marca de estância antiga; sempre a mesma...

 

“Eu me chamo Generoso,

Morador em Pirapó,

Gosto muito de dançar

Co’ as moça de paletó...



Pesquisa de:  

Sandra Ferreira /   1 chinoca do CTG Sentinelas do Pago.

 





BENTO GONÇALVES DA SILVA


  Militar e revolucionário brasileiro.

Ele foi considerado por muitos como uma das figuras mais importantes da história do Rio Grande do Sul.

 

Era um líder oficial do exército, político, monarquista e rebelde do Império do Brasil.

Bento Gonçalves da Silva nasceu em Triunfo, em 1788, filho de alferes. Porém, saiu cedo de sua terra, com 24 anos foi para Cerro Largo, Uruguai, onde se estabeleceu com uma casa de negócios. Dois anos depois em 1814, casou-se com Caetana Joana Francisca Garcia, e teve 8 filhos.

Em 1818, com 30 anos, começou a sua atuação militar, quando participou da campanha do Uruguai, (que resultaria com a anexação formal daquele país ao Brasil, em 1821, como Província Cisplatina).

Aos poucos, subiu de posto, chegando a coronel em 1828, quando foi nomeado comandante do Quarto Regimento de Cavalaria, estabelecido em Jaguarão. Passou também a exercer o posto de comandante da fronteira e da Guarda Nacional naquela região.

Provavelmente já era maçom nessa época, pois conta que organizou várias lojas maçônicas em cidades da fronteira. Sua influência política, nesta época já era grande.



Em 1832, Bento foi indicado para um dos postos de maior influência que havia na província, o de comandante da Guarda Nacional do Rio Grande do Sul.

Sob seu comando estavam todos os corpos da Guarda Nacional, força especial que havia sido criada em 1832. Esse cargo de confiança, entretanto, não impediu que Bento continuasse dando apoio aos seus amigos uruguaios. Foi por isso que, em 1833, foi denunciado como desobediente e protetor do caudilho uruguaio Lavalleja, pelo homem que havia indicado para o posto de comandante da Guarda Nacional, marechal Sebastião Barreto P. Pinto, comandante de Armas da Província.

Chamado ao Rio de Janeiro para se explicar, Bento saiu vitorioso.

Não voltou da província como comandante de fronteira, mas conseguiu do regente padre Feijó, a nomeação do novo presidente da Província, Antônio Rodrigues Fernandes Braga, o mesmo homem que iria derrubar, em 1835, quando deu início à Revolução.


Em 21 de setembro de 1835, Bento Gonçalves entrou em Porto Alegre, permaneceu na cidade por pouco tempo, deixando-a para comandar as tropas revolucionárias em operação na província. Exerceu esse comando até 2 de outubro de 1836, quando foi preso no combate da ilha do Fanfa (Triunfo), junto com outros líderes farrapos. Foi então enviado para a prisão de Santa Cruz e mais tarde para a fortaleza de Lage, no Rio de Janeiro, onde chegou a tentar uma fuga, mas desistiu. Transferiram-no para o forte do Mar, em Salvador.

Mesmo preso, sua influência no movimento farroupilha continuou, pois foi eleito presidente da República Rio-Grandense em 06 de novembro de 1836.

Além do apoio farroupilha, Bento contava com a Maçonaria, de que fazia parte. Essa organização iria lhe facilitar a fuga da prisão, em setembro de 1837. Fingindo que ia tomar banho de mar, Bento fugiu a nado, em direção a um barco que estava à sua espera.

Em novembro ele regressou ao Rio Grande, tendo chegado a Piratini, a então capital farroupilha, em dezembro, quando tomou posse do cargo para o qual havia sido eleito. Imediatamente, passou a presidência ao seu vice, José Mariano de Mattos, para poder comandar o exército farroupilha.

A partir de então, sua vida seriam os combates e campanhas, embora se mantivesse como presidente. Em 1843, entretanto, resolveu renunciar ao cargo, desgostoso com as divergências que começavam a surgir entre os farrapos. Passou a presidência a José Gomes de Vasconcelos Jardim, e o comando do exército a Davi Canabarro, assumindo apenas um comando de tropas.

As divisões entre os revolucionários terminaram por resultar em um desagradável episódio. Informando que Onofre Pires, um outro líder farrapo, fazia-lhe acusações, dizendo inclusive que era ladrão, Bento o desafiou para um duelo, no início de 1844. Onofre Pires foi ferido, e morreu dias depois devido a uma gangrena.

Embora tenha iniciado as negociações de paz com Caxias, em agosto de 1844, Bento não iria concluí-las. O clima de divisão entre os farrapos continuava, e ele foi afastado das negociações pelo grupo que se lhe opunha.

Em 28 de fevereiro de 1845, Ponche Verde, lugar onde se registrou uma grande batalha, ficava encerrado um dos mais belos episódios da história do Brasil.

Desligou-se, então, definitivamente da vida pública. Passou os dois anos seguintes em sua estância, no Cristal. Já doente, foi para Pedras Brancas (hoje Guaíba) na casa de José Gomes de Vasconcelos Jardim, e o General Bento Gonçalves da Silva, faleceu em 18 de julho de 1847, de pleurisia, sepultado no cemitério do povoado.   


Guerreiro durante a maior parte de sua vida, Bento Gonçalves da Silva, defensor de ideias liberais, pelas quais lutou durante quase dez anos da Revolução Farroupilha.

 


Pesquisa de :

Sandra Ferreira / 1 chinoca do CTG Sentinelas do Pago.





 

GABARITO – Categoria Adulta parte 2

 



HISTÓRIA

 

6-Quais foram as causas da Revolução Farroupilha?

A (   ) a escravidão e os impostos

B ( X  ) os altos impostos cobrados pelo charque e sobre a terra.

C (   ) posse das terras rio-grandenses

D (   ) retirar os índios das suas terras

 

7-Quais foram os primeiros imigrantes que povoaram o Rio Grande do Sul?

A ( X  ) Portugueses

B (   ) Índios

C (   ) Italianos

D (   ) Farroupilhas

 

 

8-Qual o nome que se da ao local onde o gado é abatido para fabricar o charque?

A (   ) Província

B (   ) Querência

C ( X  ) Charqueada

D (   ) Galpão

 

 

9-Como ficou conhecido Duque de Caxias?

A (   ) O Traidor

B ( X  ) O Pacificador

C (   ) O Farroupilha

D (   ) O Guerreiro

 

10-Em qual cidade foi assinado o Tratado de Ponche Verde que deu fim a Revolução Farroupilha?

A (   ) Porto Alegre

B (   ) Alegrete

C ( X  ) Dom Pedrito

D (   ) Caçapava

 


VAMOS ESTUDAR? Catgoria Adulta parte 3


" Querer não é poder, mas estudar é fazer acontecer!"

Com a leitura e estudo a nossa mente cria vida, não só serve como cérebro, e é através disso que voamos mesmo sem ter asas, podendo tornar qualquer coisa possível!

Dentro das nossas entidades fazíamos isso constante, mas então a pandemia chegou adiando alguns sonhos - como as cirandas e entreveros-, e nos desafiando a continuar fortes, mas isso não significa que vamos parar com tudo, vamos continuar na peleia de uma forma diferente agora até tudo voltar ao normal.

Tu aí, não fica parado, prenda de faixa, peão de crachá ou amantes da sabedoria e curiosidade, não fique aí parado!

Vamos estudar?


HISTÓRIA

11- O que os tropeiros vinham capturar no Rio Grande do Sul

A.(   ) Onças

B.(   ) Gado

C.(   ) Bugios

D.(   ) Corujas

 

12- Como se chama o feiticeiro dos índios?

A.(   )  Cacique

B.(   )  Pajé

C.(   )  Curandeiro

D.(   )  Tupã

 

 

13-A luta entre farroupilhas e imperiais, durou dez anos, estendendo-se ao estado de Santa Catarina, onde foi fundada a ________________________________, no ano de 1839.

A (   ) Republica Rio-Grandense

B (   ) Republica Juliana

C (   ) Republica Gaúcha

D (   ) Republica Catarinense

 

14- Na segunda fase (1682 em diante) foram fundadas sete Missões. Como eram conhecidas?

A.(   ) As reduções Missioneiras

B.(   ) Os sete povos

C.(   ) Os sete povos das Missões

D.(   ) As Missões jesuíticas

 

15- Qual dessas foi a mais importante redução Jesuítica, que mais prosperou?

A.(   ) Santo Ângelo

B.(   ) São Miguel

C.(   ) São João Batista

D.(   ) São Nicolau

 

 

 

OBS: Respostas na próxima edição


 

CULINÁRIA - Doce de Laranja Azeda


Esta é uma deliciosa receita, que apesar de trabalhosa vale a pena!

 

INGREDIENTES:

50 laranjas azedas, rendendo 7 vidros ( recipientes) de conservas, ( esta foi a quantidade que utilizamos, pode ser da sua preferência);

 2,5 kg de açúcar;

Canela;

Cravo;

Água.


MODO DE PREPARO:

1-Para começar rale a cascas das laranjas, faça um corte-  em forma de cruz em cada uma delas, tire todo o miolo de dentro.

2-Coloque as frutas em uma panela com a água por 5 dias, sendo que será necessário trocar a água 3 vezes ao dia para tirar seu amargor.

3-Depois desses 5 dias, escorra a água .

4-Ponha água novamente, e coloque no fogo para ferver.

5-Enquanto ferve, vamos fazer a calda da receita.

6-Em uma outra panela ponha os 2 kg de açúcar e água ( mais ou menos até a metade da panela) e deixe ferver.

7-Quando ver que a calda ferveu, misture às laranjas, deixando ferver por mais 3 horas.

8-E então, quando colocar o garfo e ver que a laranja está cozida, e a calda bem corada, despeje o restante do açúcar afundando a colher na panela cuidadosamente para distribuir bem o açúcar, coloque cravo e canela, deixando mais um pouco e depois desligue o fogão .

9-Espere esfriar, distribua, e separe nós recipientes escolhidos, e ponha para gelar!


Receita de :  Marilda Oliveira ( Vó da Prenda Antonia Valim )

Boa refeição!


 

POESIA - Marca e Sinal


Autor: Moacir D'Avila Severo

 

Rio Grande, confiante

Trincheira Brasil.

Arado e fuzil

Da união nacional,

És cerne, bagual

Reponte de outrora

Na seiva que, agora,

É marca e sinal.

 

Tens velha essência

Com cheiro de terra

Que embreta e encerra

Meu jeito campeiro.

Sou guasca fronteiro,

Cantor do meu pago,

No verso que trago

Do Sul Brasileiro.


 

56 anos do Município de Alvorada

Minha Alvorada cidade e sorriso És  um paraíso pra quem mora aqui Só quem não conhece a minha terra amada Tem a língua afiada pra fala...