quinta-feira, 6 de maio de 2021

GABARITO- Categoria Juvenil- Parte 3


GABARITO JUVENIL

HISTÓRIA


11-O que os tropeiros vinham capturar no Rio Grande do Sul

A.(   ) Onças

B.( X  ) Gado

C.(   ) Bugios

D.(   ) Corujas

 

12- Como se chama o feiticeiro dos índios?

A.(   )  Cacique

B.(  X )  Pajé

C.(   )  Curandeiro

D.(   )  Tupã

 

13-A luta entre farroupilhas e imperiais, durou dez anos, estendendo-se ao estado de Santa Catarina, onde foi fundada a _________________, no ano de 1839.

A (   ) Republica Rio-Grandense

B ( X  ) Republica Juliana

C (   ) Republica Gaúcha

D (   ) Republica Catarinense

 

14- Na segunda fase (1682 em diante) foram fundadas sete Missões. Como eram conhecidas?

A.(   ) As reduções Missioneiras

B.(   ) Os sete povos

C.( X  ) Os sete povos das Missões

D.(   ) As Missões jesuíticas

 

15- Qual dessas foi a mais importante redução Jesuítica, que mais prosperou?

A.(   ) Santo Ângelo

B.( X  ) São Miguel

C.(   ) São João Batista

D.(   ) São Nicolau

 


 

Morte do ator Paulo Gustavo comove o Brasil


O ator e humorista Paulo Gustavo, um dos artistas mais populares e admirados do país, morreu nesta terça-feira (4), aos 42 anos, vítima de Covid-19. Criador de Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema, ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

 

Um dos momentos que a família brasileira se reunia era para juntos embarcarem em uma tarde de risadas causadas por um dos grandes nomes da comédia e televisão brasileira: Paulo Gustavo, é praticamente impossível de acreditar que ele se foi aquele que espontaneamente  conseguia transformar carinhas que estavam tristonhas em mais puros sorrisos!

Esta doença fez mais uma vítima, a COVID -19 passa destruindo sonhos, vidas que lutam em uma batalha de pesadelos!

 

Morreu muito jovem, mas por esse curto período que passou em nossas vidas realmente marcou muitos, tocava o coração e será sempre lembrado com as melhores memórias que vimos dele e que ele nos proporcionou com nossas famílias e amigos, nós do Jornal Farroupilha de Alvorada gostaríamos de agradecê-lo por todas as contribuições, lembranças, risadas, sei que todos nos lembraremos dele com muito carinho, obrigada!

Descanse em paz!

 Sua alma nos deixou, mas a saudade  para sempre manterá sua memória viva nos nossos corações!


A  morte de Paulo Gustavo nos mostra que essa doença horrível que está assolando as famílias Brasileiras, não faz diferença de raça, idade e classe social . 


SE CUIDEM , ASSIM VOCÊ CUIDADRÁ DE SEU PRÓXIMO TAMBÉM   !!!!



Texto:

Antonia Valim

 


 

Cronologia - Rio Grande do Sul.


(Estudo do tempo e suas divisões com o objetivo de distinguir a ordem de ocorrência dos fatos.)



1501:

Começaram aparecer nas costas gaúchas, caravelas portuguesas e depois as espanholas, mas sem desembarque, porque as praias eram perigosas e não havia portos naturais.

1531:

Os navegantes portugueses Martins Afonso de Souza e Pero Lopes, sem desembarcar nas praias gaúchas, batizaram com o nome de Rio Grande de São Pedro a barra que mais tarde vai permitir a passagem de navios do Oceano Atlântico para a Lagoa dos Patos.

1626:

O padre jesuíta Roque Gonzales de Santa Cruz, nascido no Paraguai, atravessa o rio Uruguai e funda o povo de São Nicolau, assinalando oficialmente a chegada do homem branco ao território gaúcho.

1634:

O padre jesuíta Cristobal de Mendonza Orellana (Cristovão de Mendonza), introduz o gado nas Missões Orientais, o que mais tarde vai justificar o surgimento do gaúcho.

1641:

Os jesuítas são expulsos do Rio Grande do Sul pelos bandeirantes, depois de fundarem 18 reduções ou povos. Essas aldeias foram todas arrasadas e o gado, um pouco foi escondido, outros levaram para a Argentina na fuga e a maior parte se esparramou, virando selvagem. Graças ao padre Cristovão Mendonza, esse gado que não tinha marca, foi chamado de “orelhano”.

1682:

Voltam os jesuítas espanhóis ao solo gaúcho, fundando primeiro São Francisco de Borja, hoje cidade de São Borja, o mais antigo núcleo urbano do Rio Grande do Sul. Entre 1682 a 1701 eles fundaram 8 povos em território gaúcho, dos quais 7 prosperaram, e se tornaram os 7 povos das Missões: São Francisco de Borja, São Nicolau, São Luiz Gonzaga, São Miguel Arcanjo, São Lourenço Martin e Santo Ângelo Custódio.

1750:

Assinado o tratado de Madri entre Espanha e Portugal, pelo qual os portugueses dão aos espanhóis a Colônia do Sacramento e recebem em troca os 7 Povos da Missões. Os padres jesuítas não se conformaram com a troca e os índios missioneiros se revoltam, e vai começar a chamada Guerra das Missões.

1756:

A 7 de fevereiro morre o índio José Tiarayu, o Sepé, junto a sanga da Bica (hoje no perímetro urbano de São Gabriel) morto pelas forças espanholas e portuguesas. Três dias depois, ocorre o massacre de Caiboaté, onde em uma hora e 10 minutos morreram quase 1500 índios. Em Caiboaté foi vencida a resistência missioneira definitivamente. Ao abandonarem as Missões, os jesuítas carregaram o que puderam e incendiaram lavouras, casas e até igrejas.

1763:

Tropas espanholas invadem o Brasil, apoderando-se do Forte de Santa Tereza e da cidade de Rio Grande e de São José do Norte. No período de dominação espanhola começa a brilhar um herói autenticamente gaúcho: Rafael Pinto Bandeira.

1776:

Os espanhóis são expulsos do Rio Grande. Mas o forte de Santa Tereza jamais foi recuperado. Hoje está em território Uruguaio.

1780:

Vindo do Ceará, o português José Pinto Martins funda em Pelotas a primeira charqueada com características empresariais. Logo as charqueadas vão ser decisivas na economia gaúcha. O Negro entra maciçamente no RS, como escravo das charqueadas.

1811:

Pedro José Vieira, que era gaúcho de Viamão, acompanhado pelo uruguaio Venâncio Benavidez dá o Grito de Asencio, que é o primeiro grito da independência do Uruguai. Surge o grande herói uruguaio “José Artigas”.

1815:

Tropas brasileiras e portuguesas tomam Montevidéu anexando o Uruguai ao Brasil com o nome de Província Cisplatina.

1824:

A 18 de julho desembarcam em Porto Alegre os primeiros 39 colonos alemães. A 25 de julho eles se instalam nas margens do rio dos Sinos, na Real Feitoria do Linho Cânhamo, hoje cidade de São Leopoldo.

1835:

Explode a Revolução Farroupilha. A 20 de setembro os revolucionários comandados por Bento Gonçalves tomam Porto Alegre, capital da Provincia. As causas são políticas, econômicas, socias e militares.

1836:

A 11 de setembro o coronel António de Souza Neto, depois da vitória no Seival, proclama a República Rio-Grandense. Nesse mesmo ano Bento Gonçalves da Silva é aprisionado após a batalha da ilha do Fanfa é enviado com muitos oficiais farrapos ao Rio de Janeiro e depois para Forte Mar, na Bahia. O governo da nova República se instala em Piratini e Bento é eleito presidente, como está preso, assume José Gomes de Vasconcelos Jardim. Piratini é a capital.

1837:

Organiza-se o governo republicano, são nomeados Generais, Antônio de Souza Neto, João Manuel de Lima e Silva, Bento Gonçalves da Silva e mais tarde David Canabarro, Bento Manuel Ribeiro e João Antônio Siqueira. Enquanto durou a República Rio-Grandense só teve estes generais. Nesse mesmo ano, a maçonaria consegue dar fuga a Bento Gonçalves, que volta ao Rio Grande e assume a presidência da República.

1939:

A República parece consolidada, a marinha de guerra está sob o comando efetivo de José Garibaldi, corsário italiano trazido ao Rio Grande através da maçonaria. Os farrapos decidem levar a república ao Brasil. Um exército comandado por David Canabarro e apoiado pela Marinha de Garibaldi proclama em Santa Catarina a República Juliana. A capital da República Rio-Grandense passa a ser Caçapava.

1841:

A capital da República Rio-Grandense passa a ser Alegrete, onde se instala a Assembléia Nacional Constituinte.

1842:

Bento Gonçalves da Silva, neste ano, se bate em duelo co Onofer Pires, que morre em consequência dos ferimentos. Após o duelo Bento Gonçalves entrega o governo e o comando do exército republicano.

1845:

A 28 de fevereiro os farrapos assinam a paz com o Império do Brasil no acampamento do Ponche Verde, em Dom Pedrito. O Rio Grande do Sul volta a fazer parte do Brasil.

1847:

Morre Bento Gonçalves da Silva, em Pedras Brancas, hoje Guaíba.

1851:

Antigos farrapos, ao lado dos ex-inimigos fazendo parte do mesmo exército, derrotam o ditador  Rosas da Argentina.

1852:

Nesse ano aparece a primeira pesquisa sobre o folclore gaúcho, vocábulos e frases organizado por Antônio Alvares  Ferreira Coruja.

1857:

Intelectuais gaúchos imigrados na Corte, fundaram no Rio de Janeiro a primeira entidade tradicionalista gauchesca, a Sociedade Sul-Rio-Grandense, que existe até hoje.

1864:

Os gaúchos tomam parte na invasão do Uruguai e na derrota de Oribe.

1868:

Funda-se em Porto Alegre a Sociedade Partenon Literário, decisiva para o regionalismo gauchesco.

1870:

Termina a guerra do Paraguai com a morte de Francisco Solano Lopes. Mais de um terço das tropas brasileiras é constituído por gaúcho.

1875:

Começa a imigração italiana no RS,  e ocuparam as encostas da Serra.

1888:

A abolição da escravatura é proclamada no Brasil, no RS não existiam mais escravos.

1889:

É proclamada a República no Brasil. No RS o homem do momento é Júlio de Castilhos, o partido republicano, que não esperava a proclamação, não estava preparado para assumir o poder. O RS com a República, deixa de ser Província e passa a ser Estado.

1893:

Começa a Revolução Federalista (revolução 93), contra o Governo Republicano chefiado por Júlio de Castilhos. Maragatos contra Pica-Paus.

1895:

Assinada a paz entre pica-paus e maragatos, termina a revolução 93, que foi sangrenta e brutal.

1898:

Funda-se em Porto Alegre, em 22 de maio, o Grêmio Gaúcho, como líder Major João Cezimbra Jacques, o Grêmio foi a primeira entidade tradicionalista no Rio Grande do Sul. Existe até hoje. O Major João Cezimbra  Jacques é hoje o patrono do Tradicionalismo do Rio Grande do Sul.

1899:

A 10 de setembro é fundada em Pelotas a União Gaúcha. Como líder Simões Lopes Neto.

1901:

A 19 de outubro funda-se em Santa Maria o Grêmio Gaúcho.

1917:

Funda-se o primeiro frigorifico no RS, vieram substituir as antigas charqueadas.

1923:

No começo do ano a Aliança Liberal, chefiada por Assis Brasil, deflagra uma revolução contra o Governo Republicano de Borges de Medeiros, novamente lutam nas coxilhas gaúchas, maragatos e governistas, chamados de chimangos. A paz é alcançada no fim do ano.

1930:

Chimangos e maragatos marcham lado a lado na revolução que derruba o presidente brasileiro Washington Luiz e coloca no poder Getúlio Vargas. Os gaúchos amarram os cavalos no obelisco  da Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, Capital da República.

 

Pesquisa de:

 Sandra Ferreira / 1 chinoca do CTG Sentinelas do Pago.


 

Morre Edison Campagna, referência na produção da música gaúcha


Morreu na manhã deste domingo (2), aos 64 anos, um dos maiores produtores da música tradicionalista gaúcha. Edison Luis Campagna enfrentava um câncer de fígado e estava internado em Caxias do Sul, deste a última sexta. O corpo está sendo velado na Capela D do Memorial São José. Já a cerimônia de cremação está marcada para as 17h30min deste domingo, no Memorial Crematório São José.

 

Campagna e a esposa, Ivete, fizeram história à frente da gravadora Acit, uma das mais atuantes do Estado e que em 2021 completa 39 anos de trajetória. Grandes nomes do meio tradicionalista passaram por lá, entre eles, Jayme Caetano Braun, Osvaldir & Carlos Magrão, Tchê Barbaridade, Délcio Tavares, Grupo Candieiro, Grupo Rodeio, Grupo Quero-Quero, Musical JM, Mano Lima, Luiz Carlos Borges, Os Bertussi, Os Mateadores, entre outros. Além de atuar como produtor, Campagna também era um instrumentista dedicado que deixou seu nome marcado nos créditos de gravação de inúmeros discos de artistas gaúchos.

 

Além do talento nato para a música e para os negócios — a Acit também atuou como uma produtora de sucesso —, Campagna deixou sua marca por meio da personalidade amigável e alegre. O amigo Joacir Hilario Fontana, mais conhecido como Tio Ci, se comunicou com Campagna pela última vez na quarta-feira. Os dois combinavam de se encontrar para um churrasco, há muito adiado por conta da saúde frágil do produtor musical.

 

— Ele me mandou um áudio e disse: "logo vai sair a nossa janta". Ele acreditava que tudo ia dar certo. Esse era ele, sempre para frente — definiu Tio Ci.

 

A amizade dos dois teve início há mais de 30 anos. Tio Ci conheceu Campagna quando era músico de baile. Ele reforça que o amigo sempre foi uma referência para todos os músicos do meio tradicionalista.

 

— A gente via todos os LPs que saíam, sempre com o nome dele. Ele produziu todo mundo na Acit. Foi o maior produtor da música gaúcha. Tendo a mão dele, os músicos tinham a confiança de que sairia um produto de qualidade. A gravadora Acit é referência até hoje, por lá passaram os maiores nomes, tudo pelas mãos dele, que também abriu portas para muita gente que estava começando. Era muito querido neste meio, um grande apaixonado pela música — descreve Tio Ci.

 

Na lista de trabalhos lançados pela Acit, muitos conquistaram prêmios e discos de ouro. Um desses foi o CD e DVD 35 Anos de Música e Tradição, d'Os Monarcas. O grupo postou uma homenagem a Campagna nas redes sociais: "Que o Pai Velho lá do Alto te receba de braços abertos! Foste imensamente importante pra nós! Serás inesquecível!".

 

Além do trabalho de destaque na música tradicionalista, a Acit também atuou com selo, lançando nomes do pop rock como Maria do Relento, Bidê ou Balde, Reação em Cadeia, Nei Lisboa e Tequila Baby.

 


 

 

Fabiana Thomaz

Anita de Allvorada 2021


 

POR QUE O GAÚCHO CHAMA DINHEIRO DE “PILA”

 



 Pila” (substantivo masculino) é um dos nomes pelos quais se denomina o dinheiro no Rio Grande do Sul. Desde que surgiu, nos anos 1930, tem equivalência paritária: hoje, um pila quer dizer um real.

 

A origem vem do sobrenome do político gaúcho Raul Pilla (20-1-1892 – 7-6-1973). Raul era filiado ao Partido Libertador (PL) em 1932. Pilla participou de dois levantes que apoiaram a Revolução Constitucionalista contra Getúlio Vargas. O movimento foi derrotado, e Pilla teve de se exilar na Argentina e no Uruguai, para fugir da perseguição de Vargas. A situação financeira de Raul Pilla, porém, era precária, e mal podia sustentar-se no exílio. Para ajudá-lo, seus partidários cotizaram-se e venderam bônus com valor de face (1 cruzeiro). Tais bônus rapidamente passaram a ser negociados como dinheiro entre os correligionários de Pilla. Como se tratava de “dinheiro” não oficial e criado especialmente para socorrer Raul Pilla no exílio, os bônus passaram a ser chamados de “pilas”. O nome ficou consagrado até hoje.




Raul Pilla era médico de formação. Foi anistiado em 1935 e retornou à política, sendo secretário do governo de José Antônio Flores da Cunha. Em 1937, elegeu-se deputado estadual constituinte. Com o advento do Estado Novo, foi cassado e retornou à docência na Faculdade de Medicina de Porto Alegre (hoje integrada à UFRGS).

 

 

Pesquisa de:

Fabiana Thomaz / Anita de Alvorada 2021


POESIA - CHUVA DE VERÃO


Autoria: Leandro da Silva Melo

 

Batendo água, de novo...

A noite clareia com os raios

A chuva cai de balaio

E o vento sopra com força

Assusta e dá medo na moça

Que se encolhe na cozinha

Enquanto a tormenta se encaminha

Em direção ao horizonte

Turvando a água da fonte

E trovoando em ladainha

 

O rio transbordou, de novo...

Inundou várzea e campo

Desalojou o pirilampo

Molhou o sal da boiada

Deixou a mata encharcada

E o caminho se fez lodo

Com o gado se espremendo todo

Debaixo do velho capão

Escarvando com a pata no chão

Como que puxando um rodo

Acompanhei de perto o aguaceiro

Torcendo pra que findasse

E o pátio não inundasse

Pondo em risco o sobrado

Não sou um xiru assustado

Mas já passei por uns apertos

E entre erros e acertos

Aprendi a não facilitar

Porque a água da chuva ou do mar

Quando invade, não tem conserto

 

 Mas a tormenta foi enfraquecendo

Virou quase um chuvisqueiro

Ao longe se via o luzeiro

Dos relâmpagos se distanciando

Os trovões se acalmando

E a vida voltando ao normal

É a natureza nos dando um sinal

De que é ela que manda no mundo

E que mesmo com o plantio mais profundo

Tudo se enverga no temporal. 




Pesquisa de:
Antonia Valim

CULINÁRIA- RAVIÓLI DE FRANGO AO PESTO!



INGREDIENTES

1 xícara de chá de manjericão picado

1 xícara de chá de nozes picadas

1 xícara de chá de azeite

1 xícara de chá de queijo parmesão

5 dentes de alho

400 g de ravióli com recheio de frango

 

MODO DE PREPARO

Passe as nozes em um processador, picando. Reserve. No liquidificador, bata o alho, junte o manjericão e o azeite aos poucos, até formar uma pasta homogênea. Acrescente as nozes e o queijo. Bata rapidamente e reserve. Cozinhe o ravióli normalmente e então misture ao molho pesto servindo quente, aproveite a receita!

 

Esta receita italiana leva em média 40 minutos de preparo, rendendo  6 porções!

 

Boa Refeição!



Pesquisa de:

Antonia Valim

 

 

56 anos do Município de Alvorada

Minha Alvorada cidade e sorriso És  um paraíso pra quem mora aqui Só quem não conhece a minha terra amada Tem a língua afiada pra fala...