quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Reunião On-line e entrega da Placa em homenagem aos 50 anos da 1º RT

 



Na noite de terça-feira, dia 06/10/20, aconteceu mais uma reunião on-line dos patrões de Ctgs de Alvorada, sendo que tudo foi feito na casa do Subcoordenador Jair Martins, que teve o prazer de receber o Coordenador da 1ª RT/RS, Sr. Edinho e sua nobre equipe de trabalho. No ato foi entregue uma placa pelos  50 anos da 1ª RT/RS, entregue ao Coordenador Edinho com muita satisfação e júbilo de todos. Brilhante trabalho e reunião, gerando parceria  mesmos em tempos pandêmicos ao tradicionalismo .

Parabéns para todos os envolvidos, visando uma nova sociedade, que gera igualdade maior a todos na prática.


Parabéns a Primeira Região Tradicionalista pelos seus 50 anos de história!!!






6º Cavalgada Feminina Outubro Rosa

 



A campeira Feminina de Alvorada convida a todos a participar da cavalgada do Outubro Rosa.

Para maiores informações falar com Tânia Siqueira (Diretora campeira feminina de Alvorada, pelo fone : 99518-5219




O que é o Outubro Rosa ?   

  Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

   


1º Cavalgada Mirim e 6º Festa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida e das Crianças.

 


A Subcoordenadoria de Alvorada e Projeto Menotti Garibaldi convidam a todos que queiram participar e ajudar, estamos arrecadando Balas, Pirulitos, Refrigerantes, pão de cachorrinho quente, salsichas, copos, guardanapos.

As doações devem ser entregues até dia 14/10  direto com nossa Diretora Cultural de Alvorada Marta Guedes no fone: 99383-2772

Vamos juntos Levar um pouco de amor ao futuro de nossa Cidade.

“A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.”


Lenda Salamanca do Jarau ou Teniaguá

 



A lenda da 'Teiniaguá', também conhecida como Salamanca do Jarau é uma lenda gaúcha, que conta a história de uma princesa moura que se transforma em uma bruxa e que vem em uma urna de Salamanca, na Espanha para uma caverna no Cerro do Jarau, em Quaraí, no Rio Grande do Sul.

cone da cultura gaúcha, a Teiniaguá, é uma Princesa Moura, transformada em lagartixa pelo Diabo Vermelho dos índios, Anhangá-Pitã. Séculos atrás, quando caiu o último reduto árabe na Espanha, veio fugida e transfigurada em uma velha; para que não fosse reconhecida e aprisionada.

Corpo de lagartixa (ou salamandra), encontra-se no lugar de sua cabeça uma pedra preciosa cintilante, cor de rubi, que fascina os homens e os atrai, destinada a viver em uma lagoa no Cerro do Jarau. O nome Salamanca, ao invés de "salamandra", é reconhecido também como referência à cidade espanhola de Salamanca, a qual foi ocupada pelos islâmicos do norte da África entre os séculos VIII e X, e que ficou por muito tempo na zona de combate entre os islâmicos do Sul e os cristãos do Norte. Esta é uma explicação que reitera a referência à princesa ou nobre moura.

Mas um dia o sacristão da igreja da aldeia próxima, assolado pelo calor, foi até a lagoa refrescar-se. Ao se aproximar percebeu que a lagoa fervia e na sua frente a Teiniaguá surgiu, rapidamente ele a agarrou, a aprisionou em uma guampa, e foi para seus aposentos atrás da igreja. Durante a noite, ao abrir a guampa, ocorre uma mágica, ela volta a ser mulher e lhe pede vinho. Sabendo que o único vinho que podia oferecer era o do padre, não hesitou em buscá-lo. Todas as noites o fato se repetia, e os padres começaram a desconfiar; uma noite entraram no quarto do sacristão, a Teiniaguá, rapidamente se transformou em lagartixa e fugiu para as barrancas do Uruguai, ele foi preso.

O sacristão foi condenado a morte, e no dia da aplicação da sentença, sua amada sentiu um mau pressentimento e voltou à aldeia para resgatá-lo. Utilizando magia, o encontrou e nesse momento houve um grande estrondo, que produziu fogo e fumaça e tudo afundou.

Ficaram confinados após isso, em uma caverna profunda, chamada de Salamanca do Jarau. De onde só sairiam quando surgisse alguém capaz de cumprir as sete provas: as espadas ocultas na sombra, a arremetida de jaguares e pumas furiosos, a dança dos esqueletos, o jogo das línguas de fogo e das águas ferventes, a ameaça da boicininga amaldiçoada (única que não está presente na literatura épica, é um proveitamento folclórico), o convite das donzelas cativas, o cerco dos anões.

Com os desafios superados, seria concedido ao valente vencedor um desejo, o qual, ele deveria depois renegar. Após duzentos anos, chega à furna um gaúcho chamado Blau, que conheceu a lenda através de sua avó charrua. Sem hesitar ele cumpriu as provas, pórem, não desejou nada. A princesa ficou triste, pois assim não conseguiriam, ela e seu amado sacristão, libertarem-se do encanto. Quando o gaúcho montava em seu cavalo para ir embora, o sacristão lhe deu uma moeda de ouro, como lembrança de sua estada; sem poder recusar, colocou a moeda no bolso e foi embora.

Alguns dias depois ficou sabendo que um amigo seu desistira de ser criador de gado, lembrou da moeda e foi comprar um boi, mas ao retirá-la para pagar foram surgindo novas moedas e ele conseguiu comprar todos. Admirado com a riqueza de Blau, o amigo espalhou a notícia, e todos ficaram espantados com ela. Acreditando que ele havia feito um pacto com o demônio, ninguém mais quis lhe vender nem comprar nada. Sentindo saudade da vida de antes, voltou à gruta para devolver a moeda mágica. Chegando lá, contou a história ao sacristão e lhe devolveu a moeda. Ao colocá-la em sua mão, o feitiço foi quebrado com uma grande explosão. Da furna saíram os dois condenados, transformados em um belo casal de jovens. Casaram-se e trouxeram a descendência indigeno-ibérica aos povoados do Rio Grande do Sul.

 

Esta lenda, registrada por João Simões Lopes Neto e publicada pela primeira vez no ano de 1913


Pesquisa de:

Fabiana Thomaz

Livro : Prendas Gaúchas 39 Anos


 

A Coordenadoria Estadual da Mulher, ligada ao Gabinete da Governadora, em parceria com o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), promoveu no dia(28) de Maio de 2009, no CTG Amaranto Pereira, em Alvorada, o lançamento do livro Prendas Gaúchas - 39 Anos. A cerimônia. A obra conta a história dos concursos de escolhas das prendas gaúchas, enfatizando a evolução estrutural e organizacional, bem como as finalidades e os quesitos avaliados.

Um capítulo do livro é dedicado às prendas que deixaram seus nomes registrados na história do tradicionalismo, com fotos ilustrativas desde a Mais Linda Prenda do Rio Grande do Sul, até a anfitriã desta edição do Concurso, Gabrielli da Silva Pio (1ª Prenda Adulta do estado de 2008). Os textos são de Paulo Roberto de Fraga Cirne e Mariana Mallmann. A pesquisa foi feita por Bibiana Bortoluzzi, Cynthia Paim Barcelos e Margarete Boeira Paim.

Segundo os organizadores, a obra quer destacar o papel desempenhado pelas mulheres na perpetuação das tradições gaúchas. Em setembro de 2008, o governo do Estado, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher, homenageou as atuais Prendas Estaduais com o Troféu RS Mulher Farroupilha, entregue no Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre. Receberam a distinção outras cinco mulheres indicadas pelo MTG , Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF) e Comissão Gaúcha de Folclore. No local havia um posto de coleta da Campanha do Agasalho 2009 e a exposição itinerante RS Mulher.

Obs: Registros das Gestões até 2009.










Pesquisa de :

Fabiana Thomaz

(Dona de uma edição do Livro)


Culinária / Tainha na Taquara

 



Hoje o Jornal Farroupilha traz um prato típico da Região Litorânea no Rio Grande do Sul. O prato institui-se de uma tainha ou anchova- assada sobre a lenha em brasa presa a um espeto feito de bambu e taquara!

Ingredientes

1 tainha média

sal a gosto

1 cabeça de alho

2 limões

azeite de oliva

pimenta dedo-de-moça sem sementes

2 colheres de sopa de manteiga

Materiais

1 taquara verde de bambú-açú com três gomos (para colocar a tainha na churrasqueira para assar, vai ser nossa grelha natural)

1 pedaço de arame de mais ou menos 1 e 1/2 metros

Modo de preparo

Temperar de véspera a tainha limpa e inteira com sal, alho, limão e a pimenta, moqueando a tainha e esfregando todos os temperos nela. Derreter a manteiga e reservar. Pegar o bambu, lavar bem e desfiá-lo em tiras uniformes de mais ou menos 1 cm de largura deixando apenas o primeiro gomo sem desfiar (que vai servir de cabo da nossa grelha natural). Untar com o azeite a grelha natural, por dentro e por fora. Churrasqueira acessa, enfiar a tainha com a cabeça dela para o lado do último gomo que estará sem desfiar, e fechá-la com o arame. Levar à brasa numa distância de mais ou menos 50 cm por mais ou menos 15 minutos.

E está prontinha, Boa refeição!


Pesquisa de :

Antonia Valim / 1º Prenda Mirim Farroupilha


Paixão Côrtes (Parte 1)


 

Um grande exemplo de amor as nossas heranças, costumes e tradição, um ícone da nossa  cultura João Carlos D'Ávila Paixão Côrtes. O Jornal Farroupilha está homenageando o Paixão, contando sua história e envolvimento com a nossa tradição!

João Carlos D'Ávila Paixão Côrtes nasceu em Santana do Livramento, na Fronteira Oeste Gaúcha, em 12 de julho de 1927 – 27 de Agosto 2018. Era agrônomo, mas ficou conhecido por ser folclorista, compositor, radialista e pesquisador, considerado o maior gaúcho de todos os tempos. Quando chegou a capital, muitas coisas na sua visão eram diferentes , encontrou até mesmo traços de ridicularização da cultura gaúcha, no campo eles viviam com nossos costumes diariamente

Logo cedo, a partir dos 20 anos, aventurou-se Rio Grande afora para registrar a história, os hábitos e os costumes do homem que habitara os campos sulinos. Era formado em Agronomia e também, era membro da ARLS "A Virtude n° 307". Paixão tem como título o maior gaúcho de todos os tempos, pelo seu trabalho, graças a ele hoje a cultura gaúcha é conhecida em todo o mundo, as danças, vestimentas e culinária eram coisas que foram esquecidas, mas Paixão Côrtes trouxe a vida todos a tradição gaúcha que passa de geração em geração, trazendo alegria a muitas pessoas, em 1948 ele fundou o primeiro CTG (Cetro de Tradições Gaúchas) o CTG 35, que com o passar dos anos foram fundados vários CTGs no Rio Grande do Sul, e atualmente em outros estados brasileiros da região sul, tem um CTG.

 

Pesquisa de:

Antonia Valim / 1º Prenda Mirim Farroupilha


56 anos do Município de Alvorada

Minha Alvorada cidade e sorriso És  um paraíso pra quem mora aqui Só quem não conhece a minha terra amada Tem a língua afiada pra fala...